Recriação de mitos em Todos os nomes, de Saramago

Profa. Dra. Irene Zanette de Castañeda

Universidade Federal de São Carlos


 

   
Localice en este documento

 

Resumen: Todos os nomes, obra literária rica de significados, pareceu-me um labirinto, o que me incitou a investir em seu conteúdo para descobrir que, em sua obscuridade aparente, escondem-se mitos de todos os tempos, e, neles, uma cultura humanista terrena, uma verdade humana relacionada implicitamente à transcendência; um livro que traz, a meu ver, mitos antigos reelaborados, adaptados à modernidade.
Palabras clave: Jose Saramago, mitos, literatura portuguesa contemporánea.

 

As obras literárias, que atravessam o tempo, permanecem motivando os leitores porque investem nos mitos como fonte de verdades universais. Os mitos são patrimônio das artes, sobretudo da literatura.

O estudo da literatura relacionada à mitologia auxilia não só na interpretação de textos literários aparentemente obscuros, mas também na interpretação do próprio homem e de sua condição. Quando conhecemos a história de Ariadne e seu fio, viajamos em direção a um labirinto paradoxalmente efêmero e perene que é a vida e o cosmo ora organizados, ora desorganizados em que estamos envolvidos. Num dado momento, Todos os nomes, obra literária rica de significados, pareceu-me um labirinto, o que me incitou a investir em seu conteúdo para descobrir que, em sua obscuridade aparente, escondem-se mitos de todos os tempos, e, neles, uma cultura humanista terrena, uma verdade humana relacionada implicitamente à transcendência. Diante desse quadro, delineou-se para mim um percurso, um estranho jogo, e, em cada partida, senti-me participante de um atraente obstáculo, de venturosos obstáculos. Uma aventura que deveria ser vencida. Tratava-se, efetivamente, de um mistério. E como disse Borges: “O mistério é o que tem a ver diretamente com o divino”.

Intuitivamente, percebi que, em Todos os nomes, havia a inserção de textos que eram verdadeiros repositórios de símbolos e mitos e que deveriam ser decifrados com o auxílio de elementos extraliterários, sobretudo da Antropologia Cultural. Foi assim que, a partir daí, encontrei na leitura da mitologia, sobretudo greco-latina, os requisitos necessários para satisfazer minhas expectativas. Em particular, deparei-me com esta obra feliz de Saramago,Todos os nomes, um livro que traz, a meu ver, mitos antigos reelaborados, adaptados à modernidade.

Antes de falar dos mitos propriamente ditos e de sua relação com o livro selecionado para este estudo, cabe lembrar, com uma síntese, o enredo de Todos os nomes.

Trata-se da história do Sr. José, personagem principal, que trabalha como auxiliar de escrita num arquivo de registros civis de Lisboa guardados na Conservatória do Registro Civil. Ao lado do prédio dessa instituição, mora a única personagem nomeada do romance, que registra manualmente todos os dados dos habitantes vivos e mortos. O Sr. José, no horário de folga do trabalho, aproveita para acompanhar os acontecimentos relacionados à morte de pessoas famosas e coleciona todo tipo de informação sobre elas. Faz incursões noturnas no interior da Conservatória para adicionar os dados de vida e morte das pessoas escolhidas. Numa certa noite, junto com as fichas dos famosos, cai de sua mão a ficha de uma pessoa desconhecida. Estava grudada numa outra. O personagem decide, então, empreender uma busca até encontrar a pessoa. Quando pensa que a encontra, sofre muito, pois descobre que ela estava morta. Vai até o cemitério e descobre que nem a lápide, num campo de suicidadas, pode ser identificada, pois um pastor de ovelhas que por ali perambulava trocara os números das placas dos túmulos, ainda sem construção. O Sr. José volta para o trabalho e descobre a cumplicidade às suas aventuras. Recebe a chave que lhe permite seu livre acesso no prédio, antes interditado, até certo ponto, pelo conservador geral, seu chefe.

Para a realização deste trabalho, foram consultados também diversos conceitos de mitos que se complementam nessa aventura.

Para Roland Barthes [1], “mito é uma fala, é um sistema de comunicação, uma mensagem (...) é um modo de significação, uma forma” (p. 31) .

E ele complementa afirmando que “a Mitologia faz parte da Semiologia como ciência formal e, da Ideologia, como ciência histórica” Barthes,p.134. Isso significa que ela estuda idéias em forma. “No mito, pode-se encontrar o mesmo esquema tridimensional: o significante, o significado e o signo” (p. 136).

Acrescenta-se, ainda, a idéia de um sistema de valores: uma história, uma moral, uma literatura. Trata-se do discurso sobre uma busca de respostas para suas expectativas em relação à condição humana, de certa forma metaforizada pelo itinerário inusitado do Sr. José. A obra seria o signo; o significante seria a história narrada; e o significado, entre outros, poderia ser a reflexão sobre a condição existencial do homem.

Santo Agostinho afirmava que sabia bem o que não era mito, mas ficava perplexo quando alguém lhe pedia uma definição. Há também outras inquietações. Seria o mito uma personificação da fantasia do inconsciente? Ou seria uma verdade no nível do inconsciente freudiano? Quais mitos aparecem na referida obra? Como aparecem? Seria uma dessacralização do divino ou divinização do homem? Saramago seria um recriador de mitos? Ainda não temos as respostas para tais perguntas, o que sabemos é que os tais mitos parecem nos dizer tudo sobre o que o narrador pensa e entende da condição humana: seus medos, suas inquietações, suas angústias, seus desejos inconscientes, o amor calado e sofrido e suas inquietações religiosas, presumivelmente.

Não se pode deixar de lembrar, também. do conceito de mito de acordo com Mircea Eliade, por estar, de certa forma, associado ao mito de Orfeu: “uma narrativa sagrada”. Por mais paradoxal que possa parecer, José Saramago, um escritor que se considera ateu, escreve em Todos os nomes uma história humana, mas que deixa implícita uma história do sagrado: entre outras, a de Orfeu.

(Em seu livro Mitologia Grega, Junito Brandão (1988)), afirma que: “Os pais ensinam aos filhos como é a vida, relatando-lhes as experiências pelas quais passaram. Os mitos fazem a mesma coisa, porém num sentido mais amplo, pois delineiam padrões para a caminhada existencial por meio da dimensão imaginária. Até mesmo os mitos hediondos e cruéis são da maior utilidade, pois nos ensinam, por intermédio da tragédia, os grandes perigos do processo existencial” (p. 9).

Constrói-se o mito com lembranças de mitos dicionarizados, tratados por muitos escritores clássicos como recurso da língua, da imaginação, da fantasia, das inquietações, das necessidades religiosas inconscientes do escritor, que tenta, paradoxalmente, explicar o mundo dos homens, a sua condição existencial, por meio da palavra ritualizada por sua arte de primeira qualidade.

Nesse sentido, veremos que a obra de Saramago contém diversos mitos: o de Orfeu, de Ariadne, de Tãnatos e de Eros ou do Amor e da Morte, do Sono, do Caos e do Cosmo, cuja personagem principal é o homem que sonha com os pés no chão. O Sr. José, que veremos mais adiante, personifica essa busca incessante da mulher pelo homem. Ele vive o mito como uma história simultaneamente verdadeira e irreal. Para Barthes [2], “a função do mito é transformar uma intenção histórica em natureza, uma contingência em eternidade” ( p. 163).

Em outras palavras, o Sr. José é um homem da sociedade burguesa que se encontra, a cada instante, imerso numa falsa Natureza, num artificialismo desumano, como funcionário público que repete enfadonhamente o mesmo trabalho durante 26 anos, uma vida inteira. Mas tudo muda, tudo se torna dinâmico quando aparece a ficha de uma mulher, ou a imagem de uma mulher, que poderia ser sua companheira.

Outras idéias sobre o mito podem ser acrescidas aqui. As de Malinowiski devem ser lembradas por contribuírem para a compreensão da obra de Saramago. “O mito é a expressão direta do tema, a ressurreição narrativa de uma realidade primeva para satisfazer profundas necessidades religiosas, anseios morais, submissões sociais, asserções e até requisitos práticos” (p. 39).

Todos os temas tratados em Todos os nomes têm, de certo modo, uma relação com os mitos aí expressos. Seja tratando de uma necessidade inconsciente de religião, seja de anseios morais, seja relacionados à submissão social a que se submete a personagem principal. Há todo um conjunto de palavras ritualizadas que demonstram esses anseios. São ritos precedidos de mitos.

O percurso que o Sr. José percorre para a realização de sua busca é um ritual cujo mito principal seria o de Orfeu. Ritos que contêm regras práticas para a realização do homem. No final , o Sr. José é um homem desconsolado. Ele encontra a mulher apenas simbolicamente.

De outra forma, entende-se também que o mito, em Todos os nomes, liga-se a formas de poder. Seu chefe é rigoroso, regrado e temido. O mito é usado também para explicar privilégios ou deveres extraordinários, grandes desigualdades sociais, severos encargos de posição. O Sr. José tinha de ser muito certinho e submisso em seu trabalho e em sua vida pessoal.

Além de uma leitura do mito de Orfeu, vamos lembrar que, ao estudá-lo, não perderemos de vista a questão ideológica. Adota-se, aqui, o conceito de Ideologia, no sentido expresso por Fiorim, em Linguagem e Ideologia, como o de visão de mundo.

Quando um enunciador comunica alguma coisa, tem em vista agir no mundo. Ao escrever seu fazer informativo, produz um sentido com uma finalidade de influir sobre os outros. Deseja que o enunciatário creia no que ele lhe diz, faça alguma coisa, mude de comportamento, de opinião (p. 74).

Assim também faz o narrador em Todos os nomes, acredita-se, em sua literatura mítica.

Enfim, Todos os nomes é a expressão, o discurso, a fala metafórica da fantasia poética do narrador, que não consegue frear a necessidade de seu espírito. Nesse sentido, o mito, sobretudo os de Ariadne e de Orfeu (greco-latinos), são verdades que o narrador procura expressar metaforicamente no decorrer da estória. Isso não foi utilizado apenas para oferecer ao leitor o prazer estético, mas, antes, para dar um significado à condição existencial do homem.

Segundo K. K. Ruthven:

Se o mito é a linguagem primordial da experiência, os escritores modernos que exploram os recessos da consciência mítica e depositam os seus achados em obras de ficção deveriam ser estimados por manter-nos vitalmente em contato com as próprias fontes de nossa humanidade (p. 93).

Foi graças a essa postura não só estética, mas engajada com a problemática humana, que Saramago ganhou o Prêmio Nobel de Literatura.

Depois dessa apresentação geral sobre as teorias dos mitos, podemos falar deles. Primeiramente trataremos do mito de Ariadne. Ela é filha de Minos e de Pasífae. Quando Teseu chegou a Creta para lutar com o Minotauro, Ariadne viu-o e sentiu por ele um violento amor. Para que ele descobrisse o caminho no labirinto, onde se encontrava o Minotauro, deu-lhe um novelo de fio, que ele desenrolou, indicando-lhe o caminho do regresso.

Mais ou menos assim também ocorre em Todos os nomes. Os grandes arquivos de infinitos nomes de mortos no meio da escuridão do labirinto, onde o Sr. José quer procurar os dados da mulher desconhecida, representam o Minotauro. Há o fio de Ariadne que todos os funcionários são obrigados a amarrar nas pernas para não se perderem no interior da Conservatória Geral.

O mito que nos interessa mais de perto é o de Orfeu, por entender que foi feita sua inserção na referida obra, não se sabe se consciente ou inconscientemente. Os demais ficarão para outro trabalho.

Segundo Pierre Grimmal [3]:

Orfeu foi um mito consagrado de simbolismo. Desenvolveu-se até criar uma teologia em torno da qual existia abundante literatura esotérica. Exerceu influência no Cristianismo primitivo, sobretudo na iconografia cristã. Filho de Eaco e de Calíope ,que detém a mais alta dignidade entre as musas. Sua origem é da Trácia. É representado cantando, vestido com trajos trácios. É considerado por alguns como rei dessa região. É cantor por excelência, músico e poeta. Toda lira e cítara (sua invenção). Orfeu sabia cantar melodias tão suaves que até as feras o seguiam, as árvores e as plantas se inclinavam na sua direção, e os homens mais rudes o aclamavam. O mito diz respeito à descida aos infernos por amor à esposa Eurídice. Ela é uma ninfa (Dríade) ou uma filha de Apolo. Um dia, quando passeava nas margens de uma ribeira da Trácia, foi perseguida por Aristeu, que a pretendia violentar. Na fuga, pisou numa serpente escondida na relva, que a mordeu causando-lhe a morte. Orfeu inconsolável, desceu aos infernos a fim de procurá-la. Com sua lira, encanta os monstros e os deuses que aí habitam. Hades e Perséfpne consentem em devolver Eurídice a um esposo que dá uma tal prova de amor. Mas, impõe uma condição: Orfeu atingirá de novo a luz do dia, seguido da mulher, sem se voltar para trás para ver, antes de ter deixado o reino em trevas. Orfeu aceita e põe-se a caminho. Estava quase a ver a luz do dia, quando uma dúvida terrível lhe veio ao espírito; Perséfone não o teria enganado? Logo se volta para trás, vendo Eurídice desaparecer e morrer pela segunda vez. Em vão, tenta voltar aos Infernos para a procurar, mas Caronte está cada vez mais inflexível e é lhe recusada a entrada no mundo subterrâneo. É então obrigado a voltar para junto dos humanos, desconsolado. Acabou sendo morto pelas mulheres da Trácia que não admitiam sua fidelidade à memória de Eurídice. Dizem outros que passou a menosprezar o sexo feminino e a preferir a companhia dos mancebos, inventado a pederastia. Conta-se que ao regressar dos Infernos, instituiu uns mistérios, fundados nas suas experiências no outro mundo, aos quais era interdita a presença das mulheres. Conta-se que os pedaços de seu corpo chegara a Lesbos onde lhe deram-lhe um túmulo de onde saem sons da lira. Foi levado para o Olimpo e transformado em constelação (p. 340).

Voltando a Todos os nomes, vamos mostrar, resumidamente, como o mito de Orfeu aí está reelaborado literariamente.

Trata-se de uma narrativa de um desejo que leva à busca e ao encontro inesperado: a mulher desejada estava morta. Para a realização de seu desejo, empreende uma busca por diversos lugares interditados. Passa por vários obstáculos. Primeiramente busca em seu local de trabalho, na Conservatória, onde acha, por acaso, o ficha da mulher desconhecida. Investe numa busca, atravessando a porta proibida. É tomado de desejo e amor. Em seguida, percorre a cidade. Chega à casa de uma mulher que lhe entrega uma foto de criança. Invade uma escola, quebra a vidraça, copia o verbete e rouba as fotos do local onde a rapariga estudara. Toma chuva, fica doente, não vai trabalhar, mas o chefe vai visitá-lo e leva remédios, para sua surpresa. Ele já sabe de tudo. Ocorre que o chefe sempre fora severo, impositor de regras rígidas. Havia trabalhado 26 anos na Conservatória com muita responsabilidade, mas numa enorme monotonia aliviada pelo seu passatempo e pela transgressão ao interditado.

Descobre, enfim, que a mulher havia morrido fazia dias. Vai até o cemitério, percorre um labirinto, porém em vão. Acaba dormindo debaixo de uma oliveira, símbolo da paz. Acorda com o dia já ensolarado. É o momento maior da iluminação. A luz do sol vem pôr tudo às claras, definitivamente, e isso o desespera. Dirige-se ao túmulo da mulher desconhecida, encontra um pastor de ovelhas que freqüenta o cemitério e que troca os números das sepulturas. Definitivamente sabe que a mulher jamais será encontrada.

Mas, como o discurso mítico de Orfeu se instala na narrativa? Um homem busca pela mulher amada na escuridão da Conservatória. Não sabemos se essa inserção do mito de Orfeu na obra de Saramago foi intencional ou não. O fato é que podem ser encontrados paralelos entre o mito dicionarizado por Grimmal e passagens do livro de Saramago. Assim como Orfeu, o Sr. José invade o subterrâneo da Conservatória interditada sem autorização. Investe na escuridão da noite, no caos, para procurar uma mulher, que, presumi-se, seja a amada. Passa por um percurso labiríntico com o fio de Ariadne, mas nunca encontra definitivamente o objeto de sua busca, nem mesmo no cemitério onde passa toda uma noite esperando pelo dia para que lhe informem o local da sepultura. Um pastor de ovelhas trava um diálogo com o Sr. José e diz-lhe que “nem tudo o que parece é”. Um cemitério, um labirinto visto de fora, que pertence aos invisíveis. O pastor diz que a pessoa que está aqui (...) não é aquela que ele julga”. Quando pensa ter encontrado, finalmente, a mulher desejada, choca-se e chora. Ela tinha acabado de desaparecer para sempre, assim como Eurídice. Diz o pastor que nenhum dos corpos ali enterrados corresponde aos nomes que se lêem nas placas de mármore, que os números estão todos trocados porque ele os muda antes de serem trazidas e colocadas as pedras com os nomes. O Sr. José diz ao pastor: “Não creio que haja maior respeito que chorar por alguém que não se conheceu. A morte deve ser respeitada”. Essa fala parece o discurso de Hades no mundo subterrâneo. O pastor diz que respeitar os mortos é não os profanar. E o que ele faz não é profanação. Trocar nomes não é uma profanação. Diz ainda que trocou os nomes porque os suicidas não querem ser encontrados, e aqueles ali estavam livres de importunação. Diante disso, o Sr. José ficou decepcionado e sozinho. Derramou algumas lágrimas e foi para casa. Dormiu e sonhou com uma voz dizendo: “Estou aqui, Estou aqui!”. Este trecho também nos lembra a música de Orfeu no sepulcro. Acordou e começou a pensar que não podia gostar de uma mulher que havia visto em apenas algumas fotos antigas, porém, queria vê-la, conhecê-la, e isso já não era gostar. Nesse momento há um jogo de razão versus emoção, vida versus morte, proibição versus transgressão. Ele ama, mas não admite tal sentimento. Esse romance, enfim, poderia ser de um bonito e grande amor, se Saramago não lhe desse um destino inesperado, fugindo aos padrões dos conto de fadas. Tinha todos os ingredientes para dar certo.

Essa narrativa, portanto, trata da busca no mundo subterrâneo; para Orfeu, no Inferno. A mulher, quando estava prestes a ser identificada, desaparece para sempre. Fica apenas um rosto do passado. Como Orfeu, o Sr. José acaba sozinho, não tão sozinho, porque passa a ter a amizade de seu chefe, o conservador. Enfim, essa narrativa deixa implícita, por meio de mitos, a busca da mulher amada, de obstáculos e situações que se oferecem a uma reflexão sobre a condição humana.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BARROS, Diana Luz Pessoa de. Teoria semiótica do texto. São Paulo: Ática, 1990.

BARTHES, Roland. Mitologias. São Paulo: Difel, 1985.

GRIMMAL, Pierre. Dicionário de Mitologia.Lisboa: Difel Editora, 1993.

SARAMAGO, J. Todos os nomes. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

PATAI. Raphael. O Mito do Homem Moderno.São Paulo Cultrix, 1972

FIORIN. J.L. Linguagem e Ideologia. São Paulo. Ática,1995

BRANDÃO, Junito de Souza. Mitologia Grega. Editora Vozes, 1988

RUTHVEN. O Mito. São Paulo, Editora Perspectiva.

 

Notas:

[1] Barthes, Roland. Mitologias. São Paulo: Difel, 1985.

[2] Barthes op. cit.

[3] Grimmal, Pierre. Dicionário de Mitologia.Lisboa: Difel Editora, 1993.

 

© Irene Zanette de Castañeda 2008

Espéculo. Revista de estudios literarios. Universidad Complutense de Madrid

El URL de este documento es http://www.ucm.es/info/especulo/numero38/osnomes.html